Domingo, 17 de Maio de 2009

Os O.V.N.I. (UFO) em Portugal.

No Verão vêem-se mais OVNIs em Portugal.

É no litoral que costumam ocorrer mais avistamentos de OVNIs em Portugal, segundo o co-fundador da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia. Este ano celebra-se o 62º aniversário de um avistamento nos Estados Unidos, caso que inaugurou a Ovnilogia moderna.

O avistamento de um Objecto Voador Não Identificado (OVNI) pelo piloto de uma empresa privada norte-americana Kenneth Arnold a 24 de Junho de 1947 e a alegada queda de um OVNI em Roswell, Estados Unidos, dez dias depois, a 4 de Julho, são duas datas cujo 60.º aniversário a ovnilogia está a celebrar este ano.

Em Portugal, o primeiro encontro de terceiro grau ocorreu «em Setembro de 1954 nos Açores e o mais recente, que data do Verão de 2002, teve lugar na Serra da Arrábida, embora aí tenha sido visto um humanóide sem que tenha sido detectado um OVNI por perto», segundo Filipe Gomes, co-fundador e membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia, criada formalmente em Fevereiro de 2005.

«Embora o pico de avistamentos seja geralmente em Setembro/Outubro, o Verão é também uma altura propícia, não só devido a condições atmosféricas como o céu limpo, como à presença de mais pessoas na rua até tarde, por ser um período de férias».

A densidade demográfica é outro dos aspectos que destaca: «Nas zonas litorais, incluindo o Algarve no Verão, ver um OVNI pode tornar-se mais comum pelo facto de que, havendo mais pessoas, aumenta estatisticamente a possibilidade de um avistamento».

Ver Ovnis em Portugal

No entanto, «os fenómenos OVNI estão bastante localizados em Portugal, com maior incidência junto à água, nas barragens e nas Serras da Gardunha, de Sintra, de Montejunto, da Estrela e de Monchique».

«Da Serra de Grândola até Sines, no Alentejo - sobretudo na zona das Minas de São Domingos e em Mértola - na Madeira e nos Açores também há relatos, sendo que os Açores são um caso interessante, dada a quantidade de ocorrências face ao número de habitantes», revelou.

E o que vê quem se depara com um OVNI? «Vê um objecto artificial inteligente de origem não humana ou de origem humana mas secreta, talvez militar, sendo comuns a forma de esfera, a forma oval e os discos, havendo ainda os triângulos negros com luzes nos vértices ou mesmo no meio».

Com vista a lançar luz sobre a temática OVNI, Nuno Montez da Silveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia, estará a 4 de Julho na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, para um debate sobre os 60 anos do Caso Roswell.

Um humanóide, com cabeça, braços e pernas é a descrição mais comum entre os portugueses que afirmam ter visto extraterrestres, explicou o investigador Joaquim Fernandes, do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da Universidade Fernando Pessoa, no Porto.

Avistamento histórico

Um dos avistamentos de Objectos Voadores Não Identificados (OVNIs) que continua a fazer história teve lugar a 4 de Setembro de 1957 com um conjunto de militares da Força Aérea Portuguesa que voava sob o comandado do então capitão José Lemos Ferreira.

Cinquenta anos depois, o general retirado descreveu à agência Lusa o encontro de «cerca de 35 minutos» ocorrido «durante um voo de treino de navegação de quatros aviões F-84G entre a Ota e as cidades espanholas de Córdova e Cáceres».

«Estávamos por cima de Córdova, a uns nove mil metros de altitude, quando vimos, ligeiramente acima da linha do horizonte, algo diferente do habitual: não era uma estrela, um astro ou um cometa, era uma espécie de esfera amarelada», recordou acrescentando que ia mudando de forma.

Lemos Ferreira, que é também ex-Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas assinalou à Lusa que «naquela época os OVNIs não eram objecto de conversa na Força Aérea», pelo que nenhum dos elementos do grupo «imaginara que um encontro daqueles pudesse acontecer», tendo sido feito um relatório conjunto «que a Força Aérea deve ter remetido à NATO».

Sem querer avançar hipóteses concretas sobre o sucedido, o militar na reforma revelou que «no dia e à hora em que isto aconteceu, dois ou três oficiais que eram caçadores viram, na zona de Coruche, onde os aviões começaram a baixar, uma dança de luzes no céu».

Também um oficial que estava na Ota mas estudava em Coimbra contou a Lemos Ferreira que o Instituto Geofísico de Coimbra detectara, em simultâneo com o encontro, «variações significativas no campo magnético terrestre».

Apesar destas coincidências, o general considera que «estabelecer uma relação seria especular».
publicado por Admin às 15:36
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